quarta-feira, 7 de julho de 2010

DR bach

Cada um de nós tem o poder da cura, porque todos nós temos no coração amor por alguma coisa pelo nosso próximo, por animais, pela natureza, pela beleza, e cada um de nós deseja proteger e ajudar a melhorar o que amamos. Cada um de nós também sente simpatia por aqueles que estão em desgraça e isso é natural, pois, todos nós já estivemos em desgraça vez ou outra em nossas vidas. Desse modo, não apenas podemos nos curar, mas também temos o grande privilégio de sermos capazes de ajudar os outros a se curarem e as únicas qualificações necessárias são o amor e a compaixão.

Como filhos do Criador, temos dentro de nós toda a perfeição e viemos a este mundo simplesmente para podermos perceber nossa Divindade. Deste modo, todas as provas e experiências por que passamos não nos derrubam, pois, através desse Poder Divino, tudo nos é possível.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

35 anos para ser feliz

Foi realizado em Madri / Espanha o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos.

Quem participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.
A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo quanto era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.
Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.
Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.
Depois que cumprimos as missões impostas no berço - ter uma profissão, casar e procriar - passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos. Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes.
Sai bem mais em conta.

Arrisque mais

As pessoas precisam aprender a arriscar apesar da possibilidade de errar.
Aprender a enfrentar um desafio mesmo que pareça duro demais.
Aprender a reconquistar o amor do filho ainda que para isso precisem derramar muitas lágrimas.
Aprender a se impor, embora sintam as mãos geladas devido à tensão e à insegurança.
A vida exige de nós uma atitude proativa. Somos agricultores que recebem apenas as sementes do amanhã, precisamos aprender a plantá-las, cultivá-las, colhê-las.
Não dá para permanecer em nosso casulo: uma lagarta precisa virar borboleta. Não acredite que, se ficar em seu casulo, você estará plenamente seguro. Ninguém está 100% seguro na vida. Ninguém está livre de sentir dor. Ninguém pode garantir que uma mudança de emprego seja bem sucedida.
Mas, se você não se arriscar nem se expuser, jamais saberá o que poderia ter acontecido. Você poderia ter sido feliz no amor, mas não foi. Poderia ter construído uma carreira bem sucedida, mas não construiu. Poderia ter feito amigos fantásticos, mas não fez. Poderia ter voado por jardins floridos e perfumados, mas não voou.
E fará coro com Sueli Costa e Abel Silva cantando a música "Jura Secreta", que diz:
Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei
(...)
Só uma palavra me devora
Aquela que meu coração não diz
Só o que me cega, o que me faz infeliz
É o brilho do olhar que não sofri.

Arriscar é, portanto, preciso. Acordar para o mundo é preciso. Encante-se com as portas que se abrem à frente a cada novidade que surge em sua vida. Não permita que a porta se feche antes que você tenha visto o que havia do outro lado.
Faça como Raul Seixas sugeriu em uma de suas músicas:
Eu é que não me sento no trono de um apartamento
Com a boca escancarada e cheia de dentes
Esperando a morte chegar.
Não fique sentado esperando a morte chegar! As pessoas que ficam assim começam, depois de alguns anos, a sentir um enorme vazio no peito. Só então saem desse estado permanente de acomodação, acordam para o mundo e constatam, decepcionadas, que não criaram nada, não arriscaram nada, não aproveitaram nada.
O problema é que isso costuma acontecer tarde demais...
Não deixe a acomodação tomar conta de sua vida para não provocar, no futuro, o seguinte comentário que alguém talvez faça sobre você: -"Coitado morreu aos 18 anos, mas só foi enterrado aos 60!"
Por isso, dê a si mesmo a oportunidade de aproveitar a vida e nunca a despreze!
Lembre-se: quem espera desespera. Se você perceber que está esperando a morte chegar, é hora de sair para o tudo ou nada e mostrar que seu coração ainda pulsa!


livro: "Tudo ou Nada"

Rifa se um coração

Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade
está um pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos, e cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente
que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado,
coração que acha que Tim Maia estava certo
quando escreveu... "não quero dinheiro,
eu quero amor sincero, é isso que eu espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece,
e mantém sempre viva a esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando relações
e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste
em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado. Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que,
abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado
indicado apenas para quem quer viver intensamente e,
contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida
matando o tempo, defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas:
" O Senhor poder conferir", eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer".
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro
que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que,
ainda não foi adotado, provavelmente,
por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar, mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário
a publicar seus segredos e, a ter a petulância
de se aventurar como poeta.

terça-feira, 11 de maio de 2010

A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos.

É tão curto o amor e tão longo o esquecimento

MEDO

..... eu te amo desdo dia q te conheci, mas não
me permiti sentir isso verdadeiramente até hoje...
eu estave sempre um passo à frente, tomando decisões pra me
livra de medo. Mas hoje, pelo q aprendi com vc hoje, cada escolha
foi diferente e minha vida mudou completamente! Aprendi q quando
se faz isso vive-se inteiramente... E não importa se
vc tem 5 minutos ou 50 anos...
...... se não fosse por hoje, ou por vc, eu nunca conheceria o amor...
Então, obrigado por se a pessoa q me ensinou a amar, e ser amado!!
Pelo menos por alguns instante....

Dura realidade


Permita-me que seja clara. Após tantos homens olharem para os meus peitos ao invés dos meus olhos e me beliscarem a bunda ao invés de me darem a mão agora eu tenho o direito divino de olhar para a bunda de um homem com pensamentos vulgares e baratos sempre que quiser´´

O amor não tira férias

Comprovei que tudo que já foi escrito sobre o amor é verdade. Shakespeare disse: "as buscas terminam com o encontro dos apaixonados". Que idéia maravilhosa!! Pessoalmente, eu nunca passei por nada parecido com isso. MAs estou convencida de que Shekespeare já. Suponho que penso no amor mais do que deveria; me admira o grande poder do amor em alterar e definir as nossas vidas. Shekespeare também disse que o amor é cego. Isso sei que é verdade.
Para alguns, sem explicação, o amor se apaga. Para outros o amor se vai.. ou brota quando menos se espera, mesmo que seja só por uma noite.
No entanto, existe outro tipo de amor. O mais cruel... aquele que quase mata suas vitimas. Chama-se "amor não correspondido". E nesse tipo, sou experiente. A maioria das histórias de amor falam das pessoas que se amam mutuamente. Mas, o que acontece com os demais? E as nossas histórias? Aqueles que se apaixonam sozinhos? Somos vitimas de uma relação unilateral. Somos os amaldiçoados dos amantes, somos os não amados. Os mortos vivos, os deficientes sem estacionamento reservado..."

sexta-feira, 7 de maio de 2010

PERDOAR

Quando nos damos conta de que a nossa Vida tem uma estreita ligação com a Causa e o Efeito de nossas atitudes e pensamentos, começamos a entender que muitas coisas não são mais coincidências e nada que acontece conosco é por um acaso.
Tudo tem origem em nós e para nós retorna. Obviamente, algumas religiões condenam isso pela estreita necessidade de sobrevivência. Ninguém ensina o outro a só Ser, se quiser mantê-lo preso em suas pretensas verdades.
Isso posto, começamos a entender que o ato de perdoar tem como primeiro beneficiado a nós mesmos, veja...
PER, primeira sílaba de perdoar, pode parecer o início de perda, mas não é. Neste caso é PER no sentido de permitir e mesmo de parar, na acepção latina da palavra. Parar mesmo.

DOAR é se permitir entregar o que não nos serve mais. Portanto, o ato de perdão, além de nobre, é uma atitude de bloqueio de uma perda.
Jamais uma pessoa magoada conseguiu ferir a outra por nutrir este sentimento. Do contrário, se ficar muito tempo com esta postura de mágoa irá adoecer de maneira muito séria.

Uma amiga um dia me perguntou:
Quantas vezes devemos perdoar os nossos semelhantes? Questiono-me –completou-, será que perdoar demasiadamente não nos torna tolo?
Não respondi de imediato porque, embora parecendo um questionamento simples, não o é. Fiquei pensando nos dois textos que escrevi em 2005. O primeiro foi Perdão e o segundo Perdão de alma.
No primeiro texto, deixo claro que há uma estreita relação entre a nossa saúde e o ato de Perdoar. No segundo, saliento que ele, o Perdão, deve ser de alma e não falso. Perdoar de alma é esquecer o fato e JAMAIS relembrar. É nunca realizar o perdão social, aquele que sai da boca para fora.

É óbvio que as duas perguntas, em uma, demonstram que a pessoa não aceita e não entende que a vida é Causa e Efeito. Este entendimento vem em primeiro na cadeia de importância de nossas compreensões.
Na sequência, fica fácil entender que não somos tolos e sim sábios e que ninguém perde nada por ser sábio e astuto. Devemos perdoar os nossos semelhantes tantas vezes quanto o retorno de nossas atitudes imbecis do passado assim o exigir.

Quando alguém nos magoa é retorno, para sabermos entender que assim agimos para com alguém anteriormente. Nada do que colhemos é sem uma finalidade. Tudo faz parte de nossa necessidade de entendermos a vida como ela se apresenta. Ser magoado hoje é porque magoamos ontem. A fuga da mágoa, na maioria das vezes, é a comida. O magoado tem ausência de prazer.

Dei muita liberdade para as pessoas, sabem o que colhi?
Desrespeito.
Brinquei demais com as pessoas, sabem o que colhi?
Descrédito.
Fiquei muito bravo por ser desacreditado e desrespeitado. Reclamei com meu Mestre que achava injusto o que eu estava passando. Ele disse:
Olhe para o seu passado e irá entender que o que está recebendo hoje é o retorno de suas negligências... O mínimo que pode fazer é agradecer pelo mal ser pequeno. Perdoar a si mesmo e aos professores é um ato de grandeza.

NASCER, TRABALHAR E APOSENTAR

Em tempos de férias podemos dizer que trabalhar nunca matou ninguém (favor desconsiderar desta afirmativa todas as pessoas mortas em acidentes de trabalho, já que para alguns o que causou suas mortes foi o acidente em si e não o trabalho), claro que a referida frase deve ter sido inventada por algum tirano, tentando justificar as dezesseis horas de trabalho escravo impostas aos seus empregados em algum lugar (talvez nem tão distante), dentro deste pontinho azul que chamamos de planeta Terra.

Dizem que o trabalho (principalmente o escravo) foi inventado pela nobreza que não queria trabalhar, e dedicava sua vida ao ócio, ao ópio ou aos dois. Depois da queda da maioria das monarquias inventaram a democracia e junto com ela um imenso cabide de empregos na política, e tudo continuou exatamente como estava, apenas mudando o nome dado aos nobres, já que aos pobres só resta mesmo é trabalhar e sustentar a si mesmo e aos seus governantes, servindo como vassalos que trabalham como cavalos com promessas de que isso fará a nação prosperar.

Nascemos desempregados, mas vivemos nossas vidas passando trabalho. Aliás, o próprio ato de nascer já é um parto, de onde partimos para uma vida de labuta, casando com o serviço (independente de nosso estado civil) até que a morte nos separe. Se bem que alguns trabalhos são mais penosos do que outros, por exemplo, um dos piores empregos do mundo seria (se existisse) o de guarda noturno no reino das mil e uma noites.

Existem pessoas que confundem o ato de trabalhar com ganhar dinheiro, mas estes dois nem sempre são correlacionados. Mesmo porque o dinheiro advindo do trabalho nunca é ganho, e sim é uma troca de seu tempo, esforço e inteligência, por uma remuneração que ao menos mantenha você vivo o suficiente para continuar produzindo e enriquecendo aqueles que se beneficiam do seu serviço, mas não dá para generalizar este parágrafo, pois para toda regra existe uma exceção e para toda exceção esqueceram qual era a regra.

No que se refere a aposentadoria, alguns acham que se aposentar é algo zen... “zen nada para fazer”, mas esquecem que o tempo livre é dos livros, dos filhos, dos netos, é seu, um direito seu, pule de pára-quedas se tiver coragem, ou pule amarelinha se isto lhe fizer sorrir, mas não use a idade para justificar o abandono de qualquer vontade de viver.

Acredito que uma das melhores coisas na aposentadoria é poder desfrutar da descansadinha da tarde, inclusive muitos que podem dar uma cochiladinha nesse horário dizem até que isso é muito bom para memória (só que ninguém consegue lembrar o porquê).

Enfim, quando falam em processos de aposentadoria, a que mais me preocupa seria a aposentadoria de tal velinho de barbas brancas que não é casado, não tem namorada, mas dizem que possui uns quase sete bilhões de filhos espalhados por aí. Meu temor pela aposentaria dele ocorre por três motivos. Primeiro: porque seria uma aposentadoria vitalícia, já que ele é eterno. Segundo: porque ele tem a idade do próprio tempo, ou seja, se formos calcular os atrasados de sua aposentadoria, mesmo utilizando o parco salário mínimo, ainda assim o valor daria uma inimaginável soma em dinheiro. Terceiro e pior de todos os motivos, há um grande número de pessoas afirmando que Deus é brasileiro, então meus amigos, quem vocês acham que vai acabar pagando essa conta?

A Pessoa CERTA OU Errada !

Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivencia e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho!
Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor...
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é pra na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo, porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo,conseguindo...
E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...